Para a Andreia Cunha
Para o Manuel Sarmento Pizarro
Em Fevereiro deste ano, o escritor e activista norte-americano John Pavlovitz escreveu uma carta aberta à então Procuradora-Geral: “Cara Pam Bondi (A carta de um pai)”. Durante quase um ano, pessoas de todo o mundo testemunharam a forma mesquinha, pouco inteligente, perversa, arrogante e, ao mesmo tempo, submissa como Bondi defendeu o seu mestre, o presidente dos EUA – e não O Povo. Pavlovitz resumiu os sentimentos que estes repetidos espetáculos provocaram em muitos de nós numa pergunta bastante simples: “Como é que alguém se torna Pam Bondi?”.
